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Em 26 de fevereiro de 2020, foi confirmado o primeiro caso de coronavírus no Brasil: um homem de 61 anos retornou de viagem à Itália e deu entrada no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde foi diagnosticado com o vírus. Um ano depois, o país já totaliza mais de 10 milhões de casos e 250 mil mortes.

Com a chegada de uma nova variante do coronavírus e o aumento no número de diagnosticados, diversas medidas estão sendo tomadas para conter o avanço da pandemia. Uma delas é o lockdown em diversos lugares do país - o estado de São Paulo, por exemplo, regrediu todas as suas regiões para a fase vermelha (a mais restritiva), com apenas alguns estabelecimentos autorizados a operar no período de 6 a 19 de março: setores de saúde, imprensa, padarias, mercados, farmácias, igrejas, escolas e transporte.

Para que essas atividades, consideradas essenciais, possam funcionar, os protocolos de segurança seguem valendo por todo o Brasil, como forma de evitar ou diminuir os riscos de contaminação. Toda essa situação tem claramente um grande impacto nas rotinas de todos, e muitas de nossas atividades cotidianas acabam sendo comprometidas. 

No entanto, somente ao nos depararmos com algumas necessidades rotineiras, passamos a nos questionar o quanto estamos seguros.  Ao tomar um Uber, por exemplo, você sabe dizer se está em um carro higienizado? Precisou trocar seu automóvel e desistiu do test-drive por não confiar nas medidas de segurança do vendedor? Deu carona para alguém e não sabe como limpar o carro para deixá-lo protegido?

Neste artigo, vamos conhecer os principais protocolos de segurança em operação no país, quais medidas funcionam nos carros e, também, como você pode higienizar seu veículo da melhor forma possível. 

Protocolos de segurança

Como higienizar seu carro na pandemia?

O mercado automobilístico em meio à pandemia

A CARUPI e as medidas de segurança contra o COVID-19

Protocolos de segurança

Atualmente, de modo geral, há alguns protocolos de segurança que estão sendo usados na maioria dos estabelecimentos e residências para evitar o contágio da COVID-19. 

Algumas das principais recomendações, até então, são:

  • Lavar as mãos com água e sabão, ou higienizá-las com álcool 70% (quando não for possível lavar);
  • Manter 1 metro de distância de outras pessoas, principalmente quando existem sinais de tosse e espirro;
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca;
  • Certificar-se de estar em um local de boa higiene sanitária;
  • Ficar em casa caso não se sinta bem;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal;
  • Higienizar celular com frequência;
  • Utilizar máscaras em ambientes públicos;
  • Pessoas doentes devem evitar áreas afetadas pelo coronavírus; e
  • Viajantes que retornam de áreas infectadas devem monitorar sintomas por 14 dias.

Ainda que essas medidas preventivas sejam as mais recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), um questionamento que pode ocorrer é: elas funcionam para automóveis? É o que vamos ver a seguir. 

Como higienizar seu carro na pandemia?

Assim como cada local tem seus próprios protocolos de segurança – aqueles que mais funcionam em cada ambiente - os automóveis também merecem um cuidado especial.

Uma pesquisa feita pela CarRentals.com, mostrou números alarmantes com relação à limpeza do interior dos carros: 32% dos americanos entrevistados higienizam seus veículos apenas uma vez ao ano, enquanto 12% nunca limparam a área interna de seus automóveis em todo o tempo que o possuem.

Ainda que essas porcentagens possam variar de região para região, um dado preocupante mostrado pela mesma pesquisa é a alta concentração da quantidade média de bactérias por centímetro quadrado (CFU) do volante, que é 629, um número seis vezes maior que a contaminação da tela do seu smartphone.

Com isso, chegamos à conclusão de que limpar o interior do veículo é essencial não somente para evitar a contaminação por coronavírus, mas também de diversas outras doenças causadas por bactérias e fungos.   

Casal guardando compras de mercado em porta-malas de carro
Vários locais do interior do carro podem ser contaminados por agentes externos (Imagem: Freepik)

Portanto, segundo especialistas, a higienização de carros na pandemia abrange etapas simples, como limpar o painel, o volante e o câmbio, além de toda a superfície plástica presente no interior do automóvel. 

Além disso, esvaziar a lixeira, que normalmente fica no carro para coletar o lixo do dia, também é essencial. Lenços de papel com secreção de olhos, boca e nariz podem conter agentes virais e contaminar o veículo, bem como transmitir doenças a quem usa o automóvel.

Outra higienização altamente recomendável é a limpeza periódica do ar-condicionado. A proliferação de bactérias, fungos e vírus ocorre por meio do filtro de ar, caso ele esteja sujo. Porém, para essa etapa, o ideal é contratar um serviço terceirizado e especializado. E vale lembrar: a recomendação é evitar o uso do sistema de ar-condicionado, preferindo rodar com janelas abertas para estimular a circulação de ar.

Até mesmo os bancos, tapetes e carpetes precisam de uma boa limpeza, sabia? Por mais que o carro seja usado apenas por uma pessoa, existe o contato com o ambiente externo, que pode levar o vírus para outros lugares com outras pessoas. 

Álcool x Sabão

Se você tem um carro, provavelmente já deve ter se perguntado em algum momento sobre qual produto usar para limpar o seu interior sem danificar nenhum componente. Então, o que é melhor: água e sabão, ou álcool?

Para evitar contaminações, alguns especialistas em limpeza automotiva concordam com os especialistas da saúde: eles indicam o uso de álcool com concentração 70% para limpar as superfícies mais utilizadas, como volante, superfícies plásticas, câmbio, borrachas e, até mesmo, tecido, incluindo couro ou material sintético. Use um pano de microfibra para aplicar e, se for o caso, seque o excesso.

Repare, porém, que a palavra “gel” não foi mencionada: o álcool em gel 70%, usado para sanitizar as mãos, não combina com o carro, pois sua formulação traz substâncias específicas para fornecer sua textura mais densa que podem se fixar nas superfícies do carro durante a limpeza e reter mais sujeira após certo tempo.

Também é importante cuidar para que o recipiente com álcool não seja deixado dentro do carro: não esqueça que ele é inflamável.

Close de homem limpando painel do carro com uma flanela macia
Uma flanela é indicada para aplicar os produtos de limpeza no interior do veículo (Imagem: Freepik)

Há, porém, quem tema o efeito abrasivo do álcool sobre certos materiais do carro, como os plásticos, e prefira o uso de um pano levemente umedecido e sabão neutro para cuidar das superfícies mais sensíveis do veículo. E, claro, não podemos esquecer que existem produtos especificamente voltados à limpeza veicular, que são testados e também garantem uma higienização correta sem causar danos.

Uma dica é ter cuidado especial com sua central multimídia e outros componentes eletrônicos. Aqui, sim, o álcool 70% pode acabar danificando algum componente. O ideal, para essa limpeza, é utilizar o álcool isopropílico, indicado para higienizar produtos eletrônicos.

O mercado automobilístico em meio à pandemia

Não é novidade que a pandemia impactou diversos setores da economia, inclusive o de automóveis. Com o agravamento da situação, as vendas de veículos tiveram nova queda em fevereiro e não há perspectivas de que haja uma recuperação em março.

De acordo com dados do Renavam, houve um total de 167,4 mil unidades emplacadas em fevereiro, uma queda de 16,7% com relação ao mesmo período de 2020. Comparado a janeiro deste ano, a retração é de 2,2%.

Com esse cenário, muitas empresas que estão inseridas no mercado automobilístico estão fazendo o possível para continuarem vendendo seus produtos e oferecendo seus serviços. 

Os aplicativos de corrida, por exemplo, que dependem de um carro para funcionar, estão com seus protocolos de segurança contra o COVID-19 em operação, assim como os test-drives das concessionárias estão ocorrendo de forma diferente.

Homem com máscara em banco traseiro de carro de aplicativo de transporte
Passageiros também precisam seguir regras sanitárias ao usar serviços de transporte (Imagem: Unsplash)

Aplicativos de corridas

Os apps de transporte, como Uber, Cabify e 99, entre outros, estão cientes das medidas de segurança contra o coronavírus e alteraram a forma como estão lidando com seus motoristas e passageiros. 

O Uber, por exemplo, tem protocolos de saúde para ambos. Os motoristas, para conseguirem fazer uma viagem, precisam fazer uma checagem por meio de selfie para confirmar o uso de máscara. Entregadores que utilizam o Uber Eats também precisam seguir o mesmo protocolo.

A limitação de passageiros nos veículos, durante a pandemia, é de que seja utilizado apenas o banco traseiro, com um assento a menos. Uma viagem de UberX, portanto, terá, no máximo, três usuários. Outra atenção tomada pelo motorista é se certificar de que as janelas estão abertas para a circulação do ar dentro do carro. 

Ao final da viagem, os motoristas são avaliados no quesito higiene e, caso possuam avaliações insatisfatórias, receberão conteúdos educativos com foco na prática de limpeza e higiene. 

Com relação ao uso de máscara, todos os passageiros devem estar cientes do seu uso, podendo o motorista recusar a viagem se o usuário não estiver com uma. 

No Cabify, as medidas preventivas são bem semelhantes, mas com algumas práticas diferentes. As máscaras e álcool em gel, para proteção individual, são fornecidas aos motoristas, em grande parte, pela própria empresa. Além disso, como diferencial, eles estão trabalhando para instalar painéis divisórios entre o passageiro e o motorista, reduzindo o risco de contato e contágio. 

A 99 também criou seu pacote de segurança para proteção em sua corrida contra o coronavírus: já foram distribuídas 550 mil máscaras a motoristas parceiros, R$ 500 mil investidos em álcool em gel, centenas de milhares de carros sanitizados, 1,5 milhão de viagens mais seguras e R$900 mil investidos na instalação de escudos protetores entre o motorista e o banco de trás. 

Test-Drives

Com o impacto nas vendas de carros em lojas e concessionárias, a alternativa do setor foi encontrar meios de manter a segurança no ambiente e o interesse dos clientes na compra. 

O test-drive, serviço fundamental que agrega valor na venda de veículos, precisou ser alterado. Algumas marcas, como Chery, Fiat e Jeep adotaram o test-drive à domicílio: um funcionário leva o carro até o interessado para que ele faça o teste sem precisar ir até a loja.

Diante disso, a tendência é que, mesmo com o fim da pandemia, o chamado “test-drive delivery” continue a acontecer como forma de melhorar a experiência do cliente.

Mas se engana quem pensa que essa inovação surgiu somente como fruto de uma necessidade imposta pela pandemia. Por exemplo, a CARUPI, startup de tecnologia focada em revolucionar a compra e venda de usados e seminovos, já oferece a comodidade do test drive em casa, como um diferencial de seu serviço, desde sua chegada ao mercado, ocorrida antes da crise sanitária.

Inovadora em diversos aspectos - a empresa já nasceu 100% remota antes da ebulição do home office - o modelo concierge de atuação da CARUPI já previa diversos cuidados na realização dos testes, incluindo, além da questão higiênica, toda a tranquilidade de um seguro para o carro durante o deslocamento, e a identificação prévia do colaborador que acompanha o percurso.

Mesmo assim, regras ainda mais rígidas de higienização já fazem parte dos protocolos sanitários que a CARUPI implementa em seus test drives. Saiba quais são eles.

Funcionário da CARUPI higienizando carro antes de test-drive
CARUPI foi pioneira no test drive em casa, e segue protocolos de higiene rigorosos no serviço (Imagem: CARUPI/divulgação)

Os protocolos de segurança da CARUPI na pandemia de COVID-19

A CARUPI oferece uma solução inovadora de compra, venda e troca de carros por meio da internet. Ao contrário do que acontece em muitas plataformas, o nosso diferencial é tornar esse processo de negociação mais fácil, rápido, vantajoso e, principalmente, seguro. 

Em um momento em que as pessoas enfrentam várias restrições para sair às ruas, negociar um veículo ficou muito mais difícil e, claramente, inseguro, já que depende, em parte, de idas a lojas e concessionárias, ou encontros com proprietários particulares.

Com a CARUPI, porém, ninguém precisa desistir da ideia de vender, comprar ou trocar um automóvel, já que a plataforma possibilita fazer tudo de forma online, com todo conforto e segurança, sem sair de casa. Até mesmo os papéis da documentação são enviados aos envolvidos na transação, para que não seja necessário enfrentar filas ou aglomerações em cartórios. Todo o processo tem acompanhamento online de nossos executivos, que cuidam de cada detalhe para que tudo flua da melhor forma possível.

O test drive, com a CARUPI, também é mais conveniente e seguro. Nosso time busca o carro com o vendedor, leva até o interessado, acompanha todo o trajeto e devolve o veículo, conforme combinado. Durante a realização do teste, entram em ação rigorosos protocolos de saúde da CARUPI quanto ao uso de máscaras, luvas, álcool gel, termômetro e desinfetante nas partes de maior contato. Até mesmo sistemas de luz ultravioleta são utilizados.

É importante lembrar que as medidas tomadas pela CARUPI são voltadas à proteção tanto de nossos clientes, que recebem o carro totalmente higienizado, quanto dos nossos colaboradores, tornando o processo mais seguro para todos.

Com uma solução tão completa e segura para vender e comprar carros usados e seminovos, mesmo em meio à pandemia, que tal conferir nosso catálogo para escolher o veículo ideal para você, ou descobrir quanto vale o seu automóvel e vender seu carro pelos melhores preços com a CARUPI?