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Você já parou para pensar o que seria do carro sem os pneus? Pois é, parece algo inimaginável, não é mesmo? Afinal de contas, eles são a única parte do veículo em contato com a superfície de rodagem, garantindo que o automóvel tenha aderência, estabilidade, segurança e bom desempenho em vários tipos de terrenos.

Por serem itens tão fundamentais, a escolha e a manutenção dos pneus devem ser realizadas com atenção e cuidado, de acordo com as especificações de cada tipo de carro, pois qualquer imprecisão pode ser algo extremamente arriscado, não só para os ocupantes do veículo, mas também para as demais pessoas que trafegam ao redor.

Além disso, como os pneus desgastam com o tempo de uso, é preciso saber a hora certa de trocá-los, o que é muito importante na prevenção de acidentes ou de danos ao veículo, e também ajuda a economizar combustível e a evitar outras despesas com manutenção antes da hora.

Neste artigo você encontra muita dicas sobre pneus, e fica por dentro do que há de mais relevante em relação ao assunto: como escolher pneus para seu carro, qual o melhor tipo de pneu para cada uso, como calibrar pneus, quando eles devem ser trocados, a importância de alinhar e balancear, informações sobre a vida útil e outros assuntos interessantes sobre o tema.

Engate a primeira marcha e vamos em frente. Chega de derrapar quando o assunto é pneu. 

Índice

Borracha sendo extraída de árvore seringueira na floresta com coletor recolhendo o material preso ao troncoo
Extração da borracha das seringueiras está ligada aos primeiros pneus (Imagem: Adobe)

Uma breve história do pneu

Estamos tão acostumados com os pneus em nossos veículos que raramente paramos para pensar em como era a vida sem eles. 

Antes da invenção do pneu, as rodas – utilizadas em carruagens - eram feitas de madeiras e revestidas em couro. Houve a tentativa de substituir o couro pela borracha, mas havia um problema: ela dissolvia em dias quentes e ficava quebradiça em dias frios. Acompanhe como essa história já rodou muito até chegar aos dias atuais.

  • 1830 - O americano Charles Goodyear descobriu que o cozimento da borracha com enxofre em altas temperaturas mantinha a elasticidade do material tanto no calor como no frio. Nascia então o processo de vulcanização da borracha.
  • 1845 - O escocês R.W. Thompson desenvolveu o primeiro pneu: um tubo formado por várias camadas de tela impregnada com borracha e revestida em couro. A ideia evoluiu para vários tubos de borracha finos cheios de ar, também revestidos em couro, que eram fixados nos aros das rodas de madeira das carruagens.
  • 1847 - Thompson colocou uma câmara cheia de ar dentro dos pneus de borracha maciça.
  • 1888 - J.B. Dunlop aperfeiçoou a invenção de Thompson, aplicando-a em pneus de bicicletas. A estrutura era composta por uma tela revestida com borracha e envolvida por outro tubo no mesmo material e uma válvula, que permitia o seu enchimento com ar. No mesmo ano, o alemão Karl Benz inventou o primeiro carro movido à gasolina, equipado com pneus de metal cobertos por borracha e com ar em seu interior. 
  • 1905 - A banda de rodagem dos pneus passou a apresentar sulcos, protegendo a carcaça e aprimorando a aderência ao solo.
  • 1931 - A DuPont começou a industrializar borracha sintética, permitindo o aumento da produção de pneus, antes dependente de borracha natural. 
  • 1947 -  Foi criado o pneu sem câmara de ar, deixando os veículos mais leves.
  • 1950 - Surge o pneu radial, que auxiliou na estabilidade da direção, mesmo em altas velocidades.
  • 1979 - O pneu run-flat chega ao mercado, permitindo que o carro possa rodar com o pneu furado por, aproximadamente, 80 km.
Vista de fábrica de pneus com máquinário ao fundo e pneus em fase de produção à frente
Produção de pneus se tornou um processo industrial e tecnológico (Imagem: Adobe)

E os pneus de hoje em dia?

Já deu para ver que os pneus evoluíram muito desde sua invenção. Hoje em dia, nos carros de passeio, a borracha ainda predomina, sendo 27% sintética e 14% natural. O negro de fumo constitui 28% da composição. Derivados de petróleo e produtos químicos respondem por 17%, o material metálico (ou aço) por 10% e o têxtil por 4%.

Close em pneu sem ar da Michelin deformado por pedras no chão enquanto atravessa terreno deformado
Pneu sem ar está em testes e deve se tornar padrão em alguns anos (Imagem: Michelin/divulgação)

O futuro dos pneus

Mas já existem projetos e propostas para novidades nos pneus nos próximos anos: as principais marcas do setor já estudam qual será a próxima evolução dos pneus, e tudo indica que ela será sem ar. É isso mesmo: empresas como Goodyear e Michelin já estão testando protótipos de pneus que dispensam a necessidade de serem enchidos com ar a determinada pressão. O projetos se baseiam em uma estrutura nova, que ainda usa borracha em sua composição, mas é aberta e se molda às imperfeições do solo e absorve os impactos do movimento. Ou seja: adeus, pneu furado! O pneus do futuro já estão em fase de testes, e devem chegar ao mercado antes do que se imagina.

Visão internar em 3D mostrando diversas camadas de um pneu
Estrutura básica pode variar conforme o tipo de pneu (Imagem/montagem: Pirelli/Carupi)

Principais componentes dos pneus modernos

Enquanto o pneu do futuro ainda não se torna uma realidade, vamos conhecer um pouco mais sobre a estrutura básica dos pneus da atualidade? São, aproximadamente, 20 componentes distintos, variando de acordo com o tipo e marca. Entre os principais, estão:

  • TALÃO: feito de aço e revestido por borracha, é responsável pela vedação entre a roda e o pneu.
  • CARCAÇA: formada por fibras de poliéster, nylon ou aço coladas na borracha, ajudam a diminuir o atrito interno do pneu e a deixá-lo resistente à pressão, peso, choques, esforços gerados pelo torque do motor e aquecimento gerado por alta velocidade.
  • CINTAS ESTABILIZADORAS: camada de borracha que vai do piso até o talão. Formada por fios de aço e revestida de borracha, é o que torna os pneus rígidos e resistentes, proporcionando estabilidade e proteção contra impactos. Exerce influência direta no desempenho do pneu, na dirigibilidade, conforto e em sua durabilidade. Contém também as informações do fabricante do pneu.
  • BANDA DE RODAGEM OU PISO: parte mais macia do pneu, que fica em contato direto com o chão. Sua consistência garante a aderência e o amortecimento necessários.
  • SULCOS: fendas na banda de rodagem, que acompanham a circunferência do pneu. São responsáveis por escoar a água e a lama, garantindo mais estabilidade ao veículo. Neles se encontram os TWIs (Tread Wear Indicator), que sinalizam quando o pneu deve ser trocado.
  • RANHURAS: orifícios menores que os sulcos, também na banda de rodagem, cuja função é resfriar os pneus, já que o ar passa por elas. Também são responsáveis por reduzir as ressonâncias.
  • OMBROS: parte que fica entre a banda de rodagem e o flanco. É a área do pneu que mais sofre com o desgaste, pois recebe a força lateral durante as curvas.
  • FAIXA OU PAREDE LATERAL: possui borracha mais resistente à fadiga gerada pela constante flexão e extensão, ao envelhecimento causado com o tempo de uso e às abrasões causadas por atritos.
Estante de centro automotivo com vários pneus em exposição
Existem inúmeros tipos de pneus, indicados para usos específicos (Imagem: Adobe)

Os principais tipos de pneus

Podemos dividir e categorizar os tipos de pneus tanto por suas diferentes tecnologias de construção quanto por por sua função e uso, e cada modelo é o mais indicado para certos veículos e para os terrenos por onde trafegam. 

Conheça, primeiramente, as principais tecnologias de produção de pneus. 

  • PNEU RADIAL
    É a tecnologia de pneus mais moderna, pois oferece mais eficiência em termos de consumo de combustível, estabilidade, conforto e resistência à perfuração e ao desgaste. A estrutura segue o sentido do raio da circunferência do pneu - daí vem o termo "radial". Basicamente, todos os pneus utilizados em automóveis de passeio e pick-ups, SUVs e vans são radiais.
  • PNEU DIAGONAL
    Pneus de tecnologia mais antiga, mas que são ainda muito utilizados em terrenos não pavimentados, por sua capacidade de resistir a cortes laterais e ao seu menor preço em relação ao radial.
  • PNEU DIAGONAL CINTADO
    Tipo de construção utilizada em pneus de motos e máquinas. Une algumas características do diagonal e do radial. 
  • PNEU RUN FLAT
    Eles são considerados a maior revolução na área desde o surgimento dos pneus radiais. Traduzido para o português, o termo “run flat” quer dizer “que anda vazio”. É um tipo de pneu construído com paredes laterais super reforçadas, de modo a suportar que o carro continue rodando mesmo quando ele está sem pressão. Ou seja, sua grande vantagem é que não é preciso parar e trocar o pneu na mesma hora em caso de um furo.

    A velocidade de rodagem com o pneu run flat furado é limitada a 80 km/h, e a distância máxima a ser percorrida também não deve passar dos 80 quilômetros, mas as vantagens tem outro lado: os pneus run flat são mais caros, mais duros e mais pesados, o que gera maior consumo. Geralmente, os pneus run flat equipam modelos de categoria premium.
Funcionário de centro automotivo escolhendo pneu em sala com dezenas de modelos empilhados em estantes
Escolher o pneu correto para seu carro é fundamental para a segurança (Imagem: Adobe)

Além de diferentes tipos de construção, os pneus são desenvolvidos conforme a função que vão desempenhar e as características do terreno em que serão utilizados. Existe uma grande variedade de tipos de pneus, e cada modelo é indicado para situações diferentes: pneus para carros antigos, pneus para carros rebaixados, pneus para carros blindados, entre outros. Mas, de forma geral, podemos dividir essa grande gama de opções em três principais tipos de pneus que atendem a grande maioria dos veículos e terrenos:

  • ON ROAD
    São pneus adequados para veículos que circulam na maior parte do tempo em asfalto. Possuem uma superfície de contato maior devido aos sulcos menores, o que garante maior aderência.
  • OFF ROAD
    Ideal para pistas de terra, com cascalho ou lama. Possui uma banda de rodagem maior, sulcos com maior largura e estrutura mais resistente. É possível rodar com esse tipo de pneu no asfalto, porém o desgaste é muito maior e mais rápido.
  • MISTO
    São indicados para utilização tanto no asfalto como em estradas de terra. Como é feito com sulcos intermediários, garante um pouco mais de aderência no asfalto, mas não tanto quanto o on road e também não é adequado para trilhas mais severas, por não ser tão resistente quanto o off road. A maioria dos jipes brasileiros e alguns SUVs costumam sair da fábrica com este tipo de pneu.  
Destaque de pneu com ranhuras altas para rodar em terrenos acidentados
Desenhos e ranhuras nos pneus são desenvolvidos para tipos diferentes de terrenos (Imagem: Adobe)

E OS PNEUS VERDES? O QUE SÃO?

Eles recebem esse nome por seu aspecto ecológico: são pneus de “baixa resistência ao rolamento” que, por essa característica, possuem maior eficiência energética, ou seja, demandam menos energia para rodarem. Com isso, o consumo de combustível diminui também. 

Essa diminuição da resistência se deve à adição de sílica na composição do pneu, tomando lugar de uma parte do negro de fumo. A sílica executa a mesma função, mas gera menos calor em atrito com o solo, o que evita o desperdício de energia. 

Pneu em fundo escuro com código em destaque
Códigos marcados em pneu indicam várias informações sobre ele (Imagem/montagem: Adobe/Carupi)

Peça pelo número: como escolher o pneu correto

Na hora de escolher pneus para seu carro, muita gente se pergunta: qual é o melhor tipo de pneu para comprar? É preciso saber que todo pneu vem marcado com um código, que indica suas dimensões: largura, altura, raio da roda em que ele vai montado, velocidade máxima, capacidade de carga e pressão admitida.

Entender esses números é essencial para saber como escolher pneus que sejam ajustados ao seu veículo. Usaremos como exemplo um pneu comum de passeio, cujo código é P175/70R14 86T. Confira como decifrá-lo:

• A letra inicial indica o uso do pneu. Os usos podem ser:

  P: Passeio
- Pneus mais comuns, para carros pequenos.

   LT: Light Truck - Apropriados para caminhonetes, vans, furgões e SUVs.

   ST: Special Trailer - Para reboques, pequenas carretas e trailers. 

   T: Temporários - São pneus mais finos e leves, para uso como estepe de emergência ou para substituição para guinchar acidentados. 

• A numeração após a letra inicial – em nosso exemplo usamos a 175/70 - é o tamanho do pneu. O 175 indica a largura da banda de rodagem em milímetros. O 70 indica que a altura do pneu (faixa lateral ou “cintura”) tem 70% da largura da banda de rodagem – ou seja, neste caso, 122,5 mm.

IMPORTANTE: procure usar sempre o tamanho original, indicado no manual do seu carro. Modificar o pneu do veículo, além de comprometer a segurança, pode até gerar multas em alguns casos. 

• A letra após a numeração de tamanho – em nosso exemplo, R –  indica que o pneu é radial.

• O número após a letra R é o raio da roda, informado em polegadas. Os raios mais comuns no Brasil para carros de passeio e utilitários leves são 14, 15, 16, 17 e 18 polegadas.

• O número seguinte é o índice de carga que cada pneu suporta, incluindo o carro, os passageiros e demais itens a serem carregados. Cada número corresponde a uma carga máxima em uma tabela de conversão própria.

Classificação de velocidade: logo em seguida ao índice de carga, o pneu também informa a capacidade de velocidade máxima do pneu quando devidamente inflado. Cada letra corresponde a uma velocidade em uma tabela de conversão própria.  

Carro erguido em elevador de oficina mecânica com profissional medindo desgaste do pneu
Verificar o desgaste dos pneus é um cuidado essencial para o carro (Imagem: Adobe)

Como saber quando trocar os pneus?

Muita gente se sente em dúvida sobre qual é o momento certo de efetuar a troca dos pneus do carro. Afinal, pneus não são itens baratos, e fazer a troca antes do tempo pode significar um gasto desnecessário. Ao mesmo tempo, porém, os pneus são um dos principais itens de segurança de um veículo, e passar da hora de trocá-los pode comprometer a segurança de todos no carro – e fora dele também.

Acompanhe alguns sinais de que chegou a hora de pensar em trocar os pneus do carro.

Verifique o desgaste

Ao contrário do que muita gente pensa, quando o pneu fica “careca” - ou seja, com aspecto liso - é porque já passou da hora de ser trocado, pois isso deve acontecer muito antes de a superfície perder sua textura.

Todos os pneus possuem um indicador de desgaste chamado de TWI (Tire Wear Indicator). Há dois tipos básicos de TWI: o primeiro deles é uma parte saliente de borracha dentro dos sulcos maiores do pneu. Conforme ele vai desgastando, o sulco vai diminuindo de profundidade e quando a borracha chegar até o nível do TWI, está na hora de trocar o pneu. 

Já o segundo tipo de TWI fica na faixa lateral e é formado por sulcos que não encostam no solo, mas também são indicadores: quando o desgaste chegar neles, é hora de trocar o pneu.   


Atenção com o desgaste desigual

A existência de dois TWIs tem motivo: se o carro estiver desalinhado, os pneus vão desgastar de forma desigual. Olhando pelo lado de fora, o pneu ainda pode parecer estar bom, mas uma checagem do lado interno pode revelar um desgaste desproporcional.

Outro detalhe importante: se você costuma circular com os pneus levemente murchos ou cheios demais, eles também irão se desgastar de forma desigual. 

E quando o pneu tem bolhas, cortes ou furos?

Ao identificar algum desses problemas no pneu, ele deve ser substituído o mais rápido possível.

As bolhas normalmente são indícios de que a malha de aço ou de tecido foi rompida, e que apenas a borracha está segurando o ar. Isso é muito perigoso, e indica que o pneu não serve mais para uso.

Já os cortes, fissuras e buracos na borracha podem desestabilizar ou mesmo destruir o pneu quando você menos imagina.

Jovem rapaz abrindo bico do pneu de carro para conferir a calibragem
Manter a calibragem em dia é simples e aumenta a segurança do veículo (Imagem: Adobe)

Como fazer a manutenção dos pneus

Como você deve imaginar, existem alguns cuidados básicos fundamentais para garantir a durabilidade dos pneus e a segurança dos ocupantes do carro. É preciso estar atento a essa rotina de manutenção e seguir as instruções de cada fabricante.

Calibragem

O objetivo da calibragem é ajustar a quantidade de ar e pressão dentro de cada pneu. Quando feita corretamente, proporciona o bom aproveitamento dos sistemas de suspensão, transmissão, tração, direção e frenagem, trazendo mais segurança ao motorista e aos passageiros, além de ajudar a reduzir a emissão de poluentes na atmosfera.

É preciso calibrar os pneus regularmente, seguindo o manual do veículo. Em alguns casos, sua indicação correta também é encontrada na parte interna da tampa do bocal de combustível ou do lado de dentro da porta do condutor.

Vale lembrar algo muito importante e que muita gente esquece: o estepe também deve ser calibrado, pelo menos a cada 15 dias. 

Alinhamento e balanceamento

Quando o alinhamento e o balanceamento não estão em ordem, a vida útil dos pneus pode ser bastante prejudicada, já que o desgaste da borracha é muito maior com o carro desequilibrado.

Se o volante do carro começa a trepidar de um jeito incômodo a partir de determinada velocidade ou você percebe um desgaste irregular dos pneus e perda de estabilidade ao dirigir, são sinais de que o veículo precisa de balanceamento.

Além de permitir que as rodas girem sem provocar vibrações, o balanceamento é fundamental para equilibrar o conjunto de pneu e rodas do veículo e deve ser feito nas seguintes circunstâncias:

  • A cada 10 mil quilômetros rodados.
  • Na troca de pneus antigos por novos.
  • Quando for realizado o rodízio dos pneus.

Para saber se o carro precisa de alinhamento, faça um teste simples: com o veículo em movimento em linha reta, solte o volante por alguns segundos. Se o carro pender para um dos lados sem que você o mova, é sinal de desalinhamento. 

Ao levar o carro para a manutenção, o ângulo das rodas será colocado novamente no eixo. Mesmo quando o veículo não puxa para os lados, por uma questão de prevenção, o alinhamento também deve ser feito a cada 10 mil quilômetros rodados.

Cambagem

Cambagem - ou camber -  é a medida referente à perpendicularidade da roda em relação solo. Se ela não estiver de acordo com o estipulado para o modelo do carro, pode causar problemas na suspensão ou no amortecedor.

Existem duas deformidades que indicam que algo está errado em relação ao assunto:

  • Cambagem positiva: quando a roda está inclinada para dentro do para-lamas.
  • Cambagem negativa: a inclinação da roda fica para fora do pára-lamas.

Nos dois casos, é preciso levar o automóvel a uma oficina especializada para uma revisão. Quando as rodas estão com os ângulos de inclinação com 90° em relação ao piso, não é necessária a realização do ajuste.

Casal relaxando em mesa de casa e acessando plataforma Carupi em seu notebook
Comprar usados com a CARUPI é garantia de veículos com manutenção em dia (Imagem: Adobe)

Cuidado com os pneus ao comprar usados e seminovos

Agora que você descobriu tanta coisa sobre pneus, fica ainda uma questão: como ter certeza que esse item tão importante está em ordem antes de aproveitar as vantagens de comprar um carro usado ou seminovo?

Talvez você esteja pensando: devo levar o veículo até um mecânico de confiança antes de fechar negócio? Será preciso colocar o carro em um elevador automotivo para analisar a situação?

A preocupação é válida, claro. Afinal, já vimos que os pneus são itens de segurança que protegem a vida do motorista e ocupantes. Mas a resposta para essas dúvidas é mais simples do que você imagina: basta contar com a ajuda de quem entende do assunto e verifica tudo isso para você. 

Soluções como a CARUPI, uma startup de tecnologia que está revolucionando o modo de vender e comprar veículos, podem ajudar: a plataforma oferece veículos com garantia de procedência, o que garante que tudo está ordem, inclusive os pneus.

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